O futuro do varejo de moda no Brasil
- Lucas Izoton

- 11 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
O Brasil é um país de dimensões continentais: são 5.570 municípios e cerca de 60 mil bairros com comércio próprio. Estima-se que existam aproximadamente 1 milhão de lojas de vestuário em atividade, somando roupas, calçados e acessórios. No entanto, apenas 30% do volume comercializado no país passa pelas mãos dos micros, pequenos e médios lojistas multimarcas. Os outros 70% pertencem a grandes magazines, redes de franquias, lojas de departamento, ecommerces nacionais e — cada vez mais — sites estrangeiros, especialmente asiáticos.
Esse desequilíbrio evidencia um grande desafio: o espaço para o varejo independente está se tornando cada vez mais restrito. A mudança no comportamento do consumidor é um dos principais fatores. Nos últimos anos, especialmente após a pandemia, as famílias passaram a direcionar seus gastos para outras prioridades: educação privada, saúde suplementar, entretenimento, apostas esportivas e tecnologia — principalmente celulares. Ao mesmo tempo, cresce a valorização dos “3 R’s” da sustentabilidade: reduzir o consumo, reciclar e reutilizar.
Nesse contexto, a reinvenção do varejista é indispensável. Capacitação constante, equipes bem treinadas e investimento em ferramentas de gestão são fundamentais. O uso de sistemas ERP permite controlar estoques com mais eficiência, evitar excessos e comprar com inteligência. Além disso, não há mais espaço para ver o digital como inimigo: o físico e o online devem andar juntos. O consumidor quer conveniência, praticidade e conexão.
A loja moderna precisa ser uma plataforma de experiências. Os vendedores devem sair de trás do balcão e agir: usar o smartphone para interagir com clientes via WhatsApp, atualizar as redes sociais da loja, oferecer atendimento personalizado, realizar entregas por delivery e até promover ações ao vivo.
Além disso, o ponto comercial continua sendo crucial. Um bom ponto, ainda que mais caro, economiza em marketing, pois garante fluxo de consumidores. Afinal, no varejo vale a máxima: “varejo é ponto, e ponto final.” Mas não basta ter um bom ponto — é necessário ter gestão. Acompanhar indicadores como taxa de conversão, ticket médio, preço unitário, giro de produtos e satisfação do cliente é vital para o crescimento.
Planejar com base em dados e ouvir constantemente funcionários, clientes e parceiros fortalece a tomada de decisões. Observar os concorrentes também é um sinal de inteligência. O sucesso no varejo exige inovação, diferenciação e ousadia.
O lojista precisa ser mais do que um empresário — deve ser um verdadeiro empreendedor: transformar sonhos em metas, planejar, ter iniciativa, ser persistente, autoconfiante, correr riscos calculados e não desistir nunca. Esqueça as notícias de Brasília e foque no seu negócio.
Por fim, nunca se esqueça: vender é construir relacionamentos. Só prospera no varejo quem gosta de gente. E o marketing, por mais bonito que seja, só tem valor quando gera vendas reais — e não apenas aplausos.








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